TVP
quinta-feira, 7 de abril de 2011
PjPx
E essas situações tão banais,,, tornariam-se uteis, apenas... quão pena não poder sentir isso... isso que devia ser escrito, mas não é, pois a pena pesa...
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
Quimera
É nessa mutável consciência que se cria o desejo de expor o que há muito se é retraido (ou não), em tormentos de momentos, com vírgulas e ac(ss)entos, um desenho dissonante de palavras ascendentes, entre dentes as palavras que inundam e ondeiam, em perfeita assimetria (da escrita), que mais do que tinta é a visão, (turva), embaça e nos engasga com os proferidos (nãos), a imagem da utopia carregada de amanhãs... Gorjeiam? Sim! Os ventos, que de aqui bem cheios fartam-se dos sopros que de longe vem quem...
sábado, 29 de janeiro de 2011
Amotinando
,companhia delgada que afligi e torna turvo o que antes foi-se conhecido... Latente como a chuva torrencial, que torna a agulhar os rostos de quem a toma (sonha), e sonhando vem como luz de outrem para calar os desavisados sons, que teimam em latir, segredam as palavras que desordenadas efemerizam o etílico, e acabam em um tangível ósculo...
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
(,)
...Essa sombra que se alimenta lentamente, (das grades)das árvores(,) das varandas e telhas(,) das casas, dedura de boca cheia a infidelidade dos planos.
domingo, 30 de maio de 2010
Colona
Aquele brilho era embriagante... mais ébria impossível seria ficar; os sintomas... passando ao estado físico... Sentia-me nauzeada e tonta, lenta e descomunalmente extirpada.. De imediato deitando raízes em um mundo paralelo e completamente existente. O aumejo latente era o de expandir o tempo e fazê-lo mais preguiçoso, legando-me o fado de absorver a candeia ali eminente. Aqueles pequenos orbes, ah! Moviam-se de aqui, para aqui... E o brilho! Como brilhavam... guarneciam-me de todo vento que pudesse ventar, de qualquer palavra que cessasse em calar... Inconvenientemente enrubescia-me.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Levedando
Nova forma... Maior é aquele que concebe no ver o mais cândido e menos ímpio voar, o bater das túnicas exteriores pelas pestanas guarnecidas, e que aos olhos recobrem em lisonjeio à imagem em ação, ao lúdico que prende e apreende atenção... A culpa do Não é da redundância do que se pensa em dizer, pena dos globos que, oculares vagam e sorriem... Já pertencem, a mercê.
Assinar:
Postagens (Atom)